Uma agência de grandes reportagens sem fins lucrativos que segue o exemplo de algumas boas experiências nascidas nos Estados Unidos, como a ProPublica, de 2007. Natalia Viana, idealizadora da ONG, trouxe também a experiência de ter trabalhado com Julian Assange no Wikileaks – a Pública tornou-se o braço brasileiro de distribuição e análise do conteúdo vazado pelo site internacional. Ganhadores de dezenas de prêmios desde 2011 quando surgiram, trabalham com reportagens investigativas que levam meses para concluir, e depois são distribuídas como livros, sites, vídeos e fotografias.

 

Nossa missão é produzir reportagens de fôlego pautadas pelo interesse público, sobre as grandes questões do país do ponto de vista da população – visando ao fortalecimento do direito à informação, à qualificação do debate democrático e à promoção dos direitos humanos. Funcionamos como uma agência: todas as nossas reportagens são livremente reproduzidas por uma rede de mais de 60 veículos, sob a licença creative commons.

Para nós, o jornalismo não está em crise – está em renovação. A Pública acredita na reportagem. E no repórter.

 

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