E se houvesse uma agência de turismo para visitar obras superfaturadas? “No começo era mais uma simples tiração de sarro que faria sucesso em um portfólio de estudante”, explica João Pedro Queiroz, um dos cinco criadores do projeto que mapeia obras condenadas pelo Tribunal de Contas da União.

“Em termos de arquitetura de informação e transparência, o governo precisa aprender muito. Ficamos felizes só de levantar a questão, mas o objetivo do coração seria o TCU abraçar a Elefante Branco”, conta.

Em pouco mais de seis meses, fizeram um trabalho como nenhum jornal ou governo ainda fez.